segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pensamentos sobre Deus


No princípio era o Espírito eterno. Esse Espírito se movia sobre a face do abismo... E disse Deus: "Haja Luz". E, depois... "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança". E formou Deus o homem do pó da terra (daí a origem da palavra homem: "humus") e soprou nele a essência de vida, da vida divina, o sopro de Deus ("pneuma"), que, no homem, gerou seu espírito humano. "E o homem foi feito alma vivente".


Espírito é a substância de que é feito Deus. Deus é Espírito. Deus é Santo. Deus é Energia. Deus é Luz. Deus é Amor. Espírito é a matéria-prima de que é feito Deus.... Assim como o Amor... Será que Espírito e Amor são sinônimos? Então nós, em essência, somos Amor? Quantas perguntas... deixo todas abertas, vagando no ar, reverberando no coração de cada um.


A essência de Deus é Espírito. Essa é a quintessência dEle. E também a nossa... "e o corpo volte ao pó, tal qual era, e o espírito volte a Deus, que o deu...


Então isso é o quer dizer: somos imagem e semelhança dEle, Espírito!


Somos as gotas infinitesimais do Oceano infinito de Deus! Ele, o Infinito, nós, os infinitesimais, mas o mesmo H2O divino, a mesma substância: Espírito. Seja o que Espírito queira dizer, a não ser: aquilo de que é feito Deus. O que Ele é, nós somos. Só que em escala infinitesimal, e esquecidos do que somos, ignorantes de nossa essência.


Mas caímos... o que quer dizer a queda? Conhecer o bem e o mal... isto é, cair na dualidade do mundo, onde há luz e trevas, carne e espírito. O Imanifesto se torna manifesto na polaridade, e cai na ignorância do que é, de fato. Ao ser feito carne, torna-se mortal. Não foi o que ocorreu com Cristo? Seu corpo morreu, mas seu Espírito era eterno, de tal forma que pregou aos espíritos em prisão.


"Eu e o Pai somos um". O Filho unigênito de Deus disse: Eu sou o Caminho. Eu sou a verdade. Eu sou a vida. Eu sou A Porta. Eu sou o Filho unigênito de Deus. A própria Palavra de Deus. De forma que, ao crer nEle, UM com o Pai, recebemos seu Espírito Santo, que é um com Deus, e nos tornamos novamente nascidos, nascidos de Deus, do Espírito Santo do Pai e do Filho.


Segundo o apóstolo João, Jesus disse a Nicodemos: Importa-vos nascer de novo... o vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabeis para onde ele vem nem para onde ele vai: assim é todo aquele que é nascido do Espírito. Aquele que é nascido da carne, é carne. E aquele que é nascido do Espírito, é espírito.


E: aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode ver o Reino de Deus.


Em outro trecho, Jesus afirma: Deus é Espírito, e importa que seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade.


E de espírito também são feitos os anjos. São eles "espíritos ministradores, enviados a favor daqueles que irão herdar a salvação". São "bons espíritos". Os demônios são "maus espíritos". Há os bons e os maus, os puros e os impuros.Somos todos espíritos.


Deus é espírito. Cristo é Espírito. O Senhor é Espírito. Devemos andar em Espírito. Quem não nascer da água e do Espírito não pode ver o reino de Deus. Somos todos um só Espírito. Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. O fruto do Espírito é amor, alegria, paz no Espírito Santo.


O homem é corpo, alma e espírito. Por isso em espírito deve se religar a Deus, o Espírito primordial e eterno.


Deus, Espírito infinito, eterno, imortal. Pai dos espíritos. Gerou nosso espírito, pelo sopro do seu Espírito em nós.


Pode o espírito morrer? Ou partilha das mesmas características, propriedades e atributos da divindade? Tal como a gota do oceano é da mesma essência do oceano inteiro, somos nós, essência espiritual do mesmo Deus?


Será que por isso Cristo disse: vós sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo?


Será que por isso Ele disse: Eu e o Pai somos um? E que disse: " que todos sejam um, como Nós somos? Eu neles, e Tu em Mim, para que sejam perfeitos na unidade"...


Sei que Deus vive em mim, e seu Filho habita em mim. Sei que, porque o Filho de Deus, um com o Pai, vive em mim para sempre, eu também sou Filho de Deus através de Cristo, o Filho unigênito. Sei que sou um com Cristo, um com Deus, e meu espírito e o Espírito de Deus e de Cristo são um só. Eu posso dizer, com Cristo: "Eu e o Pai somos UM".


"Eu neles e TU em mim, para que sejam aperfeiçoados na Unidade, e para que o mundo veja que Tu os amaste como amaste a mim"


Se o espírito é imortal, feito da mesma energia que Deus, e somos todos centelhas divinas, e o corpo volta ao pó, e o espírito volta ao Espírito que o deu... podemos dizer que somos todos espíritos imortais e eternos, coexistentes com Deus, o Espírito Santo?


Se é assim, anjos e demônios, seres humanos, todos são espíritos eternos? E quais as implicações disso para a fé? Será um argumento para a hipótese de reencarnação? E o que dizer da salvação em Cristo, da vida eterna conquistada pela fé?


Será mesmo que espíritos desobedientes são eternos e vão para o inferno de fogo, eternamente sofredores, distantes do Deus de Amor que os gerou? Por que Deus criaria seres eternos para a condenação? Ou será mesmo que há um plano eterno de Deus para que todos os seus filhos, espíritos gerados dele, cheguem, ao seu próprio tempo e de acordo com o seu eterno propósito, à salvação? Se Deus nos ama a todos...


Nós somos os olhos de Deus, o corpo de Deus, a manifestação de Deus no mundo. Deus vê o mundo com os nossos olhos carnais, assim como via o mundo encarnado em Jesus... que linda revelação, o Imanifesto Deus querendo ser onisciente em nossa humanidade, onipresente em nossa limitação, aceitando ver a si mesmo e ao mundo que criou com nossos próprios olhos!


Eu sei que tudo isso é raciocínio lógico e racional a partir da verdade de que Deus é Espírito, e o que é nascido do Espírito é espírito. Creio em Cristo como Senhor e Salvador, e que ninguém vai ao Pai a não ser por Ele. “Eu e o Pai somos um”, quem vê a Mim, vê ao Pai”.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

DASHO KARMA URA EXPLICA O FIB



Dasho Karma Ura, Mestre em Pólítica, Filosofia e Economia pela Universidade de Oxford, Inglaterra, e vice-presidente do Conselho Nacional do Butão. Presidente do Centro para os Estudos do Butão fundado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) para formular as análises estatísticas do FIB.

ORIGEM do FIB

O atual rei do Butão, 5º na história do país, proclamou que a materialização da visão do FIB será uma das quatro principais responsabilidades do seu reinado. A meta última que norteará as mudanças sociais, econômicas e políticas no Butão será o FIB –Felicidade Interna Bruta. Sua Majestade o Rei disse que uma sociedade baseada no FIB significa a criação de uma sociedade iluminada, na qual a felicidade e o bem estar de todas as pessoas e de todos os seres sencientes é o propósito último da governança. Em abril de 1986, a frase, com estas exatas palavras: “Felicidade Interna Bruta é mais importante do que Produto Interno Bruto” foi cunhada por Sua Majestade o 4º Rei do Butão, que é o autor do conceito do FIB. O que ele disse, nos anos 1970 e 1980, quanto ao PIB ser canalizado na direção da felicidade, foi algo bastante inédito, senão revolucionário. Agora, 20 a 30 anos depois, as opiniões ao redor do mundo estão começando a convergir no sentido de tornar a felicidade uma meta sócio-econômica coletiva.


POR QUÊ O PIB É INADEQUADO PARA MEDIR O BEM-ESTAR?
Em primeiro lugar, vamos assinalar que o PIB é parte integrante do FIB, uma vez que o crescimento econômico de fato promove o bem-estar e a felicidade dos mais pobres. Todavia, diversas deficiências do PIB também precisam ser reconhecidas.

Falta de distinções de natureza qualitativa
Existem muitos modos de se atingir o mesmo nível de PIB, que por si só não se importa, ou registra, se a riqueza foi gerada através de prostituição ou de meditação, ou mesmo se foi obtida se maneira estressante ou prazerosa.

Propensão ao Consumo
O PIB é uma acurada métrica para se determinar tudo aquilo que é produzido e consumido através de transações monetárias. Entretanto, se algum bem for deliberadamente conservado e não consumido, então esse bem deixa de ser registrado como um valor. Como resultado disso, existe uma tremenda inclinação voltada ao consumo na adoção do PIB. Um trator que está simplesmente largado numa fazenda é contabilizado como uma riqueza, e certamente que um tigre numa floresta deve ter mais valor do que um trator, porém, sob a ótica do PIB, não é isso que ocorre. Este mede muito bem o capital produzido, mas não mede outras formas de capital e serviços, tais como aqueles providos pelo meio ambiente, humanos e sociais.

Sub-valoriza tempo livre e trabalho não remunerado
O PIB não mede o tempo livre e nem tampouco o trabalho voluntário, não remunerado, revelando um sério preconceito contra trabalho voluntário e lazer. Todavia, o trabalho não remunerado e voluntário contribui para a felicidade e o bem-estar. Cuidar de crianças e idosos, bem como o trabalho doméstico, são serviços não remunerados que se dão à margem das transações do mercado. Essas atividades não estão precificadas, e são executadas por aqueles cuja motivação está acima do ganho financeiro.

Justiça Econômica
Embora a desigualdade possa ser medida separadamente por um índice específico para esse fim, o PIB em si é cego para a injustiça econômica. Durante o nosso consumo de bens e serviços, a métrica daquilo que nos proporciona felicidade é relativa, em comparação àquilo que os outros estão consumindo. Se a comparação afeta o nosso bem-estar subjetivo, a desigualdade continuará a ter um poderoso efeito negativo na felicidade enquanto uma desigual distribuição da riqueza persistir. Sempre haverá alguém acima na escada, e um modo de se neutralizar esse efeito negativo é de se atingir um alto grau de igualdade.


Importância dos serviços pós-materiais.
Uma vez que um certo nível de riqueza foi alçanda, como por exemplo, na Europa e no Japão, o objetivo das pessoas não são bens, mas em vez disso aquilo que está se chamando de “serviços pós-materiais que transcendem os bens”. Um aumento desses serviços está mais provavelmente influenciado pelo imaterial, que vem de fatores como família, amigos, segurança, redes sociais, liberdade, criatividade, significado para a vida e assim por diante. Esses benefícios das sociedades pós-industriais não necessariamente aumentam com a renda.

O QUE É FELICIDADE?

Bem público, porém subjetivamente sentido
A felicidade é, e deve ser, um bem público, já que todos os seres humanos almejam-na. Ela não pode ser deixada exclusivamente a cargo de dispositivos e esforços privados. Se o planejamento governamental, e portanto as condições macro-econômicas da nação, forem adversos à felicidade, esse planejamento fracassará enquanto uma meta coletiva. Os governos precisam criar condições conducentes à felicidade, na qual os esforços individuais possam ser bem sucedidos.

A política pública é necessária para educar os cidadãos sobre a felicidade coletiva. As pessoas podem fazer escolhas erradas, que por sua vez podem desviá-las da felicidade. Planejamentos de política pública corretos podem lidar com tais problemas, e reduzi-los, impedindo assim que ocorram em larga escala.

Felicidade baseada em estímulos externos
Nossa compreensão de como a mente obtém felicidade afeta a nossa experiência com a mesma, ao influir nos meios que escolhemos para a sua busca. Em alguns ramos das ciências comportamentais, a mente é concebida como um aparato de entrada-saída, que responde apenas aos estímulos externos. Uma conseqüência deste modelo é que as sensações prazerosas e de felicidade são vistas como dependentes somente em estímulos externos. Felicidade é percebida como uma conseqüência direta dos prazeres sensoriais. Com tal excessiva ênfase nos estímulos externos como a fonte de felicidade, não é de se surpreender que os indivíduos sejam levados a acreditar que, ao serem materialistas, serão mais felizes.

Métodos de contemplação interior
Mas existe uma tradição que aponta um caminho oposto à busca da felicidade baseada em estímulos externos, e que mostra que sensações prazerosas serão geradas ao se bloquear a entrada dos estímulos sensoriais externos e calando-se o palavrório mental. Isso requer a prática regular de técnicas de meditação, através das quais o indivíduo experiencia o sujeito em si, em vez do sujeito experienciar os estímulos externos.

Ao se utilizar um método contemplativo, não há nada externo que possa se constituir num insumo para felicidade. Desde que seja praticada de forma disciplinada e regular, a meditação pode levar à mudanças na estrutura mental (nas redes neurais), fazendo com que a calma e o contentamento sejam traços perenes da personalidade. Em outras palavras, as faculdades mentais podem ser treinadas em direção à felicidade.

Quando essa visão é aplicada, economias atualmente consideradas estacionárias, estáveis e sustentáveis, podem ser consideradas bem sucedidas. Uma economia cujo PIB cresce continuamente, a uma taxa ambientalmente insustentável, pode ser vista como um fracasso, devido à sua incapacidade de promover o desapego da proliferação de desejos. Em função disso, as pessoas são levadas de roldão no processo. Uma economia estacionária pode sinalizar que estabilidade psicológica quanto aos desejos foi alcançada entre os consumidores.


INDICADORES E MENSURAÇÃO DO FIB

O Governo Real do Butão está formulando índices para o FIB, que irão avaliar, rastrear e guiar o planejamento do desenvolvimento do nosso país. Os índices FIB de nível macro podem ser sub-divididos em numerosos sub-indicadores que são úteis em diversos fatores.

Além disso, o Butão desenvolveu uma estrutura qualitativa conhecida como “lentes de FIB” para políticas e programas que têm por finalidade filtrar atividades segundo o ponto de vista do FIB.

Para se considerar um indicador como sendo válido segundo o FIB, ele deve demonstravelmente ter influência positiva ou negativa na felicidade. E os indicadores de FIB devem cobrir tanto as esferas objetivas quanto as subjetivas das dimensões do FIB, conferindo pesos idênticos tanto para os aspectos funcionais da sociedade humana como para o lado emocional da existência da mesma. A voz subjetiva, que tem sido relativamente sufocada nas ciências sociais como um todo, e nos indicadores em particular, está sendo restaurada nos indicadores do FIB, e isso está produzindo uma equilibrada representação de dados entre o objetivo e o subjetivo. Obviamente que a distinção entre o subjetivo e o objetivo não representa, em qualquer sentido fundamental, aquilo que é básico para natureza da realidade, que é na verdade o inter-relacionamento de ambos.

De uma forma mais geral, a descrição dos indicadores para o FIB pode ser expressa usando um ícone tradicional, a roda. No centro da roda se situa o cubo da mesma. Similarmente, a meta última do FIB é o bem-estar, a felicidade e a satisfação com a vida, aquilo que é o verdadeiro potencial na sociedade humana que buscamos atingir.

Os meios para se atingir essa meta são os raios da roda. No caso do FIB, esses raios representam os domínios, tais como o raio da educação, o raio da boa saúde, o raio do uso equilibrado do tempo, o raio da cultura, o raio da boa governança, o raio da vitalidade comunitária, o raio da resiliência ecológica, e o raio do componente material da existência – o padrão de vida.


PSICOLÓGICO
O domínio do bem estar psicológico abrange o contentamento, a satisfação com todos os elementos da vida, e a saúde mental. Uma vez que felicidade coletiva é a meta principal sob uma sociedade baseada no FIB, o bem estar psicológico é de primordial importância para medir o sucesso do estado em prover as políticas e os serviços apropriados. Entre inúmeros indicadores, a prevalência de taxas de emoções tanto positivas quanto negativas, o estresse, as atividades espirituais, o desfrute da vida, a satisfação com a vida, a auto-avaliação da saúde – seja física quanto mental – são calculados na população.

USO DO TEMPO
Tem se demonstrado que o domínio do uso do tempo é uma das mais eficazes janelas para qualidade de vida, uma vez que ele analisa a natureza do tempo que é despendido num período de 24 horas, bem como as atividades que tomam períodos de tempo mais longos. Uma importante função do uso do tempo é reconhecer o valor do lazer. Os laços sociais criados e compartilhados na socialização com a família e com os amigos contribuem significativamente para todos os níveis de felicidade e contentamento numa sociedade.

SAÚDE
Os indicadores de saúde avaliam o status de saúde da população, os fatores determinantes da saúde e o sistema de saúde em si. Os indicadores de status de saúde incluem a auto-avaliação da saúde, invalidez, as limitações para atividades e a taxa de dias saudáveis. Os indicadores dos fatores determinantes de saúde incluem padrões de comportamento arriscados, exposição a condições de risco, status nutricional, práticas de amamentação e condições de higiene. O sistema de saúde, que incluí tanto o sistema ocidental quanto o nativo, é medido a partir do ponto de vista da satisfação do usuário em diversas dimensões, tais como amabilidade do provedor, competência, tempo de espera, custo, distância etc.

EDUCAÇÃO
A educação contribui para o conhecimento, valores, criatividade, competências, capital humano e sensibilidade cívica dos cidadãos. Um domínio tal como o da educação não tem por objetivo meramente medir o sucesso da educação per se, e sim tentar avaliar a eficácia da educação quanto a se trabalhar em prol da meta do bem estar coletivo. O domínio da educação leva em conta vários fatores, tais como: participação, competências e apoio educacional, entre outros. Esse domínio inclui no seu escopo a educação informal (competências nativas, técnicas tradicionais orgânicas de agricultura e pecuária, remédios caseiros, genealogias familiares, conhecimento sobre a cultura e história locais), e educação monástica.

DIVERSIDADE E RESILIÊNCIA CULTURAL
A manutenção das nossas tradições culturais é uma das fundamentais metas de política pública do nosso país, já que reconhecemos o valor das tradições da diversidade cultural na formação da identidade, nos valores e na base criativa para o nosso futuro. O domínio da cultura leva em conta a diversidade e o número de instalações culturais, padrões de uso e diversidade no idioma e participação religiosa. Os indicadores estimam valores nucleares, costumes locais e tradições, bem como a percepção de mudanças em valores e tradições.

BOA GOVERNANÇA
O domínio da governança avalia como que as pessoas percebem várias funções governamentais em termos da sua eficácia, honestidade e qualidade. Os temas desses indicadores incluem liderança em vários níveis do governo, na mídia, no judiciário, na polícia e nas eleições.

VITALIDADE COMUNITÁRIA
O domínio da vitalidade comunitária foca nas forças e nas fraquezas dos relacionamentos e das interações nas comunidades. Ele examina a natureza da confiança, da sensação de pertencimento, a vitalidade dos relacionamentos afetivos, a segurança em casa e na comunidade, a prática de doação e de voluntariado. Esses indicadores possibilitarão aos formuladores de política pública rastrear as mudanças nos efeitos adversos para a vitalidade comunitária.

DIVERSIDADE E RESILIÊNCIA ECOLÓGICA
Ao focar no estado dos nossos recursos naturais, nas pressões sobre os nossos ecossistemas, e nas diferentes respostas de gestões, o domínio da diversidade e resiliência ecológica descreve o impacto do suprimento doméstico e a demanda nos ecossistemas do Butão.

PADRÃO DE VIDA
O domínio do Padrão de Vida cobre o status econômico básico dos cidadãos do país. Esses indicadores avaliam os níveis de renda ao nível individual e familiar, medem a segurança financeira, o nível de dívidas, a qualidade das habitações, e o montante de assistência em espécie recebida por familiares e amigos.


DESENVOLVIMENTO HOLÍSTICO
É nossa expectativa que os esforços na direção da elaboração de um índice de FIB possam prover não apenas para o Butão, mas também para o resto do mundo, um valioso conjunto de indicadores que possa ser utilizado para tornar os esforços em prol do desenvolvimento mais holísticos e harmoniosos quanto as suas metas e meios.

Extraído do Blog "FIB" Felicidade Interna Bruta, da psicóloga transpessoal e antropóloga Susan Andrews

http://felicidadeinternabruta.blogspot.com/2008/11/dasho-karma-ura-explica-o-fib.html

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Meus irmãos, minhas irmãs!



Será q tudo está convergindo para um novo sistema de crenças mais aberto e consoante minha própria visão de um Deus de amor?

Somos todos filhos de Deus, os homens e mulheres são minhas irmãos e irmãs. E todos fazemos parte da mesma família, a família de Deus. Somos espírito, feitos da mesma essência, dEle viemos e para Ele iremos. Sinto-me bem com essa visão do cristianismo, embora algumas “passagens bíblicas” falem de uma pré-condição de fé e entrega para a recepção de algumas dessas verdades.

Se todos agissem como filhos de Deus, e não apenas professassem essa fé, mas agissem assim, penso que não teríamos mais todo conflito e guerra que há no mundo. Para onde estamos indo? Somos todos filhos de Deus, mas estamos nos destruindo, e acabando com nossa casa, a Terra. O que quer Deus de nós? Que amemos a justiça, e pratiquemos a misericórdia, e andemos humildemente com nosso Deus...


As organizações querem que seus empregados sejam inovadores, criativos, empoderados, empreendedores. Por que suas áreas de RH e elas todas não dão o exemplo e se reinventam?

Não faz sentido ficar 8 a 15 horas num aquário fechado, com ar condicionado e luzes artificiais, numa escravidão branca, para criar idéias inovadoras para o negócio. Querem nossas almas e nossos corações, mas nos aprisionam em caixas enormes sem ver a luz do dia? Pior, nos controlam com catracas, controles de ponto, nos dão 1 hora para almoçar, e no resto do tempo seguimos presos nessa masmorra contemporânea higiênica, tudo muito sutil e velado... e as pessoas voltam todo dia pra prisão porque é lá que têm o ganha-pão...

O que fazer? Assinem a lei áurea! Libertem as pessoas para irem e virem. Não controlem horas, o que elas fazem, pra onde vão, o que pensam e dizer. Preocupem-se apenas em criar acordos de entrega de resultados, prazos, metas, marcos e indicadores de desempenho... tudo isso pode ser feito remotamente, sem aprisionar as pessoas.

Deixem as pessoas irem para casa ver seus filhos, brincarem com seus cães e gatos, surfarem, verem tv, irem à praia ou descansarem na floresta. Isso reduziria drasticamente o trânsito, a poluição, os gastos com combustíveis fósseis, e, é claro, a compra de automóveis, de passagens aéres, o transporte coletivo... oops, começo a ficar paranóico do porque não nos libertam... seria prejuízo demais para os condomínios empresariais, para os fabricantes de carros, de ar condicionado, para as concessionárias de energia, para as petrolíferas...

Mas, deixe-me ser criativo e ousar... pelo menos no meu blog posso por enquanto, pelo menos enquanto alguém da TI não me rastrear por "risco à segurança da informação". Mas, pelo menos, tenho a ilusão de ainda viver num país democrático onde se respeita a "liberdade de opinião"... balela! Já caí nessa uma vez!

Mas veja, tudo o que faço hoje aqui, de frente a esse PC, nessa "baia" (lugar de descanso de cavalos), com esse telefone, posso fazer em casa, com um laptop, acesso à internet banda larga e telefone. (nem telefone precisa, temos os webfones diversos, com audio e imagem, para vídeo conferências).

Toda a tecnologia está disponível para servir ao homem. Reuniões? Façamos vídeo-conferências. É imprescindível a presença e a interação? Marque uma hora durante a semana num escritório virtual (tem aos montes), ou num bar ou quiosque da praia, no Jardim Botânico, por que não?

Pense em que bom seria não ter que aturar o "chefe" o dia todo... nem colegas de trabalhos chatos... teríamos de volta o controle de nosso tempo, de nossos compromissos, horários de almoço, com quem queremos conviver...

Hoje tenho dois trabalhos. Num, sou um empregado, um escravo branco virtual que, em troca de um bom salário mensal e pacote de benefícios, tenho que bater ponto (eletrônico), me vestir com um certo "uniforme" empresarial, almoçar numa certa hora e sair para a liberdade condicional em casa à noite.

Falo com o "chefe" uma vez ou duas por semana. Interajo com colegas umas duas ou três vezes por dia sobre assuntos de trabalho, se muito. Ainda que fosse mais, um telefone resolveria, ou um "msn". Tudo o que faço hoje, faria muito bem em casa, "dando satisfação" do meu trabalho virtualmente, pela net ou telefone, e participando de reuniões presenciais de vez em quando... Mas o RH brilhante jamais enxergou uma inovação como essa....

O outro trabalho que tenho é diferente. Sou "tutor educacional on-line". Não há vínculo empregatício, mas todo acordo de trabalho é feito por cooperativa. Nunca vi o "chefe", e não faço questão, embora nossa relação virtual por mail seja cordial e amistosa. Só vi os meus colegas professores uma ou duas vezes, em confraternizações, e até me tornei amigo próximo de alguns deles, companheiros de trabalho e de chopp. Nunca apareci no escritório, a não ser para entregar as provas. Tudo é virtual: as aulas, o acompanhamento, as discussões, os chats, o lançamento de notas. Só as provas é que ainda têm que ser feitas em papel, por exigência do MEC. E, no final de um mês ou dois (eles nunca são pontuais, mas são fiéis pagadores), recebo o pagamento pelo serviço. Indolor, eficaz. E a´próxima turma a gente nunca sabe se vem...

O detalhe é que posso dar aulas com um laptop wireless da praia no Rio, do hotel em Floripa, em Bangladesh ou anyway... em tempos de gripe suína, parece ser uma brilhante solução para o risco de pandemia mundial...

Enfim, esse é o modelo de trabalho em que acredito ser o mais próximo do ideal para o trabalhador do conhecimento.

É tão simples? Por que não implementam? Por que nos cobram ser inovadores e continuam a praticar a gestão de RH do tempo das cavernas, dos militares e de Taylor e Fayol?

Pensei numa solução: criar minha própria empresa nesses moldes "revolucionários" em linhas muito simples! E ganhar rios de dinheiro...rs

quinta-feira, 23 de abril de 2009


De repente atinei que ainda não era um "natural". O que é SER um natural, é alguém que age como se fosse algo a fim de ser? Acho que isso ainda é uma tentativa, ainda que bem-intencionada...

Ser natural é apenas Ser. É ter consciência de que Eu Sou, Ela É, e Amar é tudo o que importa! o resto é teatro...

Atinei, súbito, que aquela menina "do outro lado" é uma pessoa única, como eu sou, feita da mesma substância, do mesmo Ser... e que está nesta viagem da vida por um curto espaço pra aprender, crescer, se divertir e ser feliz, e que a melhor forma de tocar esse outro é esquecendo as técnicas e os métodos e indo ao encontro das pessoas, sem máscaras, se possível, desejando somente que elas sejam tão felizes como nós queremos ser... e que, no encontro, possamos trazer um pouco mais de felicidade, alegria, prazer às nossas vidas mutuamente...

A arte de amar consiste em amar o outro como nós nos amamos... como somos... que diabos, olhar para uma mulher e achar que ela é tão diferente e tão outro, quase um inimigo que deve ser conquistado e submetido com técnicas, estratégias e metodologias... é apenas um outro ser humano como nós, querendo brincar... e inconsciente da brincadeira, achando que tudo é sério...

Esquecer faz parte da brincadeira, e lembrar é o caminho a ser trilhado, da consciência de quem somos.

Estamos todos nesse grande playground que é a vida... e a vida é brincar, e aprender brincando... às vezes a gente cai e se machuca, mas sabe que tudo não passa de uma brincadeira e somos todos crianças inquietas, alegres, imaginativas, inventando brincadeiras para passar o tempo...

No teatro, ela tem um papel e um personagem, e eu também... mas por trás das cortinas, temos que tocar e amar os atores, e saber que tudo não passa de uma grande peça e que o importante é nos ajudarmos e nos divertirmos, e aprender no processo...

Não sei se passei o recado, mas acho que no dia que olharmos as pessoas e virmos nelas o Ser que também somos, vamos parar de querer conquistá-las, dominá-las ou controlá-las, para apenas curtir a viagem e se divertir com as nossas eternas brincadeiras...

Deus é um brincalhão!

quarta-feira, 25 de março de 2009

O Sucesso na visão Taoista


O Sucesso é o resultado do esforço interno pessoal dirigido a um objetivo, usando o poder da dedicação, da determinação e da vontade. Sem envolvimento interno não haverá reconhecimento social do sucesso. O Sucesso é uma conseqüência de qualquer negocio, não podemos cria-lo. Porque persegui-lo? No Taoismo, o sucesso é a libertação pessoal conseguida pelo poder de transformar energia e não vem através da aprovação e do reconhecimento social. Como o valor da vida é construído pelas ações realizadas com bondade, não há necessidade da aprovação social. O sucesso esta dentro do coração das pessoas, e sua recompensa e resultado final é tornar-se imortal.

Texto extraido do capítulo VII , “Between Palace and Temple”, do livro inédito em Português “Door to all Wonders”: Sobre a aplicação do Tao Te Ching, escrito por Mantak Chia e Tao Huang.

No Ocidente consideramos o sucesso o resultado de uma luta pelo poder e pelo dinheiro, uma perseguição sem tréguas cujo fim justifica os meios. A perseguição do sucesso cria antagonismos, violência e indiferença quanto aos problemas vividos pelos que não conseguem lutar pelo seu lugar no mundo. A conseqüência desta forma violenta de perseguir o sucesso é a desigualdade social e os conflitos mundiais, religiosos e políticos que se espalham pelo mundo atual.

O quadro fica pior porque crenças culturais arraigadas nos tornam inconscientes do processo que usamos para atingir o sucesso. Não é incomum encontrar pessoas sinceras em seu caminho espiritual, utilizando meios escusos de obter o sucesso, sem se dar conta de que estão usando meios convencionais e errados, que têm sua origem em crenças culturais. Muitas vezes estas crenças culturais se chocam com os conhecimentos espirituais que estas pessoas querem passar, e o resultado em longo prazo é sempre desastroso.

A visão Taoista nos informa que a vida tem um sentido que regula a existência através de leis universais. Este sentido misterioso que permeia tudo que existe é chamado de Tao. O Tao regula a vida através de leis universais que são mais fortes do que o livre arbítrio humano. Estas leis garantem que um sucesso conseguido por meios escusos e contrários a estas mesmas leis universais, traz infortúnios para a vida de quem os utiliza. Se tivermos o cuidado de pesquisar os resultados destes sucessos financeiros e profissionais, acompanhando de perto a vida daqueles que os usa, veremos frustrações, guerras, doenças, desequilíbrios emocionais, e toda a sorte de problemas que perseguem os homens de sucesso, famosos e cheios de dinheiro no mundo.

Não devíamos perseguir o sucesso usando meios externos para obtê-lo. O sucesso chega quando encontramos a harmonia entre o que esta dentro e o que está fora. Não há nada de mal em se ter dinheiro e fama deste que os meios utilizados sejam corretos, em harmonia com o Tao do momento.

Mas que leis são estas? Como seguir o caminho natural do Tao e o que podemos fazer para que nossas ações sejam agraciadas com o sucesso? Todas estas perguntas têm respostas muito simples, mas ao mesmo tempo, extremamente complexas de serem aplicadas já que requerem uma visão diferente do mundo, que a nossa cultura despreza e ignora. Vivemos em um universo organizado e auto-regulado por leis; vivemos num cosmo. Tudo está interconectado, nossas ações afetam o todo e o todo afeta nossas ações. As ciências chinesas podem nos ensinar muito sobre estas leis e sobre como reconhecer a ação do Tao e aprender a seguir seus movimentos. Não há regras fixas para seguir e sim uma maleabilidade e uma sensibilidade para VER o que está bem aqui na nossa frente. VER sem expectativas falsas, sem objetivos escusos a serem perseguidos, sem opiniões rígidas sobre como deve ser a nossa ação externa. Um comprometimento com a vida e sua direção seria fundamental para conhecermos uma ação correta e seu resultado conseqüente; para obtermos um sucesso saudável e que esteja em harmonia com o Tao, o sentido do momento.

O I Ching – o Livro das Mutações é um dos estudos fundamentais na direção deste entendimento. Os conhecimentos que foram transmitidos por gerações e que nos informam o que é a energia e como podemos administra-la seria o complemento necessário para nos preparar e harmonizar com estas leis universais que regem o sucesso. Aqui temos um leque grande de técnicas como o Qigong, o Feng Shui e a mãe dos dois, que é a Alquimia Interna Taoista. Mais importante do que tudo isto é a observação cuidadosa de nossas ações, pensamentos e emoções, porque essencialmente todo o sucesso depende de como construímos estes alicerces em nossa vida, do quanto estas atitudes internas estão em harmonia ou em desarmonia com as circunstâncias a nossa volta; com o Tao do Momento.

Você busca o sucesso? Posso afirmar com certeza que nunca vai encontra-lo.

Você quer conhecer o sucesso? Comece agora a observar as intenções, os princípios que segue na vida, pois estes princípios são a origem do sucesso ou da ausência dele em sua vida.

Você quer ter sucesso? Trabalhe sua energia interna, aprenda a identificar, a circular, a purificar e a integrar suas energias internas.

Construa os fundamentos internos, busque os “tesouros que a traça não pode comer”. Trabalhe suas virtudes. As virtudes não são conceitos morais como acreditam as religiões do mundo. Virtude no sentido essencial da palavra é a habilidade em mover energia, a capacidade de criar estados internos de bondade, amor, paciência, serenidade e tenacidade. De posse destas virtudes você terá atingido o sucesso e estará vivendo em harmonia com o Tao. Pouca importa o reconhecimento externo e social deste sucesso, você o terá e saberá que o possui.

Ely Britto
Instrutora de Qigong- sistema Mantak Chia
e-mail: ely@healing-tao.com.br
Site: www.healing-tao.com.br

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Amante libertino


Olá pessoal! Estou cada vez mais convencido de que ser um amante libertino é a forma mais natural de se relacionar com as mulheres. Liber é um outro nome para o deus da loucura e do vinho Dioniso ou Baco, de onde advém meu sobrenome, por ser discípulo desse deus grego. Libertino é um devoto de Baco, e quer dizer, também, aquele que é livre, autônomo, sujeito às próprias leis, o que, aplicado ao amor, é que pratica o amor livre.

Ser um amante libertino é se apaixonar por cada mulher atraente que passar por sua vida.
É evidente para todos os que já tiveram uma paixão avassaladora(como eu no passado remoto), o quão danoso para seu jogo é esse estado emocional de dependência extrema ao amor do outro.

Perceba que essa paixão doentia não é amar o outro. É o oposto. É querer ser amado desesperadamente, e usar esse amor como tapa-buraco de nossa carência, infelicidade e incapacidade de amarmos de forma livre e independente.

Como ninguém pode satisfazer o outro plenamente (todos nós somos insatisfeitos por natureza), cria-se uma situação que, no médio e longo prazo, sempre acaba mal, em alguns casos, com depressão e ruína.

Apaixonar-se da forma a que me refiro, no entanto, é diferente desse estado doentio. Posso me apaixonar por uma mulher -ou por várias, como é o caso do amante libertino, o poli-amante - mas saber que ela nunca poderá me satisfazer plenamente. Que preciso de outras fontes de prazer. Que preciso de amigos, de lazeres, de esportes, que tenho uma vida independente delas. As mulheres nunca devem ocupar o primeiro lugar na vida de um homem.

Ter paixão obcecada por uma mulher, portanto, é o oposto de ser amante. Quem é amante quer amar livremente, não está preocupado em ser amado.

Concordo que amar tem sua cota de sofrimento. Partir e abandonar uma mulher que me ama muitas vezes despedaçou meu coração, mas quando acaba o amor, vou-me embora. Consegui vencer a maior das lutas, desistir de um amor impossível ainda amando e sendo amado, porque esse amor se tornara doentio e me fazia e à minha amada infelizes. Digo que esta vitória sobre mim mesmo me fez um homem mais forte e senhor de mim.

Um homem deve abrir-se corajosamente ao amor, e estar pronto para as feridas e a dor, pois elas virão.

Apenas uma observação, não acredito em mulheres ideais e perfeitas.

Descobri que toda mulher é, ao mesmo tempo, duas deusas em uma, Vênus e Perséfone. Vênus é a deusa da Vida, Amor e Beleza, e Perséfone a deusa da Morte.

Nós, amantes, devemos ser como Adonis na mitologia: apaixonados por Vênus, nossa amante, fomos vítimas do rival ciumento Marte, e por eles feridos de morte. No inferno, nos apaixonamos por Perséfone, a mulher de Hades, deusa dos infernos.

Graças à intercessão de Zeus, o deus dos deuses, nossa sina tornou-se, então,viver a primavera com a bela Vênus, o inverno com Perséfone, e o verão e outono na floresta, caçando e nos divertindo com nossos amigos.

Captou a lição do mito de Adônis? Toda mulher é Vênus e Perséfone, os rivais e a dor são inevitáveis, e a saúde deve ser termos um espaço sempre para caçar e sermos livres.

Nossa amante já teve diversos amantes como nós, e ama sexo tanto quanto nós. Uma boa saída é ignorar o passado e viver plenamente o aqui e agora, e CARPE DIEM.

Por que contaminar a fruição do presente com fantasmas do passado sobre os quais você não controla?

É melhor ignorar seu passado e mesmo as pequenas infidelidades atuais dela.

Como ela deve ignorar as suas. Se temos o direito à liberdade e à libertinagem, por que recusarmos o mesmo direito a elas?

O segredo para livrar-se da one-itis é apaixonar-se rápido por cada mulher que mais lhe atrair, ao reconhecer nela sua singularidade e beleza.

No entanto, jamais um poli-amante deve julgar apenas uma a mulher perfeita, a ideal e a única. Isso seria não apenas uma ilusão - pois estas mulheres não existem, mas uma ofensa a todas as outras mulheres.

Garanto que há milhares e milhares de mulheres especiais, únicas, belas e adoráveis por aí, basta que abramos os olhos e o coração e assumamos nossa missão de amá-las loucamente, sem exigir fidelidade ou exclusividade, ou mesmo reciprocidade. Ela virá naturalmente.

Amantes libertinos, amem louca livremente!